VatiLeaks

papa_vazandoSerá que foi o vazamento dos documentos do Vaticano que fez o Papa vazar?
Ou é só mais um trocadilho infame?

Santinha busca apoio

Jone Schuster é o que se pode chamar de agitador cultural. Envolvido com a cultura na região oeste catarinense, da articulação dos Pontos de Cultura à produção audiovisual, Jone tem chamado a atenção pelo tom provocativo de seus vídeos, que já lhe custou o cargo de Diretor Municipal de Cultura de Maravilha pela realização de “D’Exibicionismo”, um curta-metragem no qual somente as mentes mais depravadas poderiam encontrar algum tipo de atentado ao pudor entre seus frames.

A nova empreitada do diretor se chama “Santinha“, um curta sobre uma menina cega que é considerada uma Santa pela população local. Para a protagonista, Schuster convidou Mônica Mattos, que leu o roteiro, gostou, e topou. Apesar da longa experiência no audiovisual, com direito ao “Oscar” da sua categoria, esta é a quarta vez que Mônica se aventura em outros produções com mais peças no figurino.

Com exceção de Mattos, todos os demais atores moram ou nasceram na região oeste de Santa Catarina, inclusive o desenhista Regis Pessaroli, responsável pela animação presente no curta, “a história dentro da história”, segundo o diretor. Regis, assim como boa parte da equipe de Santinha, foi aluno em uma das oficinas oferecidas pela 3’K-Xolas, associação criada por Jone e amigos.

A trilha sonora fica por conta das bandas Epopeia e John Filme (Chapecó), Confraria da Costa (Curitiba), Os Generais (Maravilha) e o cantor Beto Só (Brasília).

Dia 15 de março começam os ensaios e coquetel em comemoração ao início das filmagens, com equipe e patrocinadores. A produção do curta Santinha continua procurando de apoio e patrocínio. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail filmesantinha @ globomail.com. Oportunidade única aos empresários que podem ao mesmo tempo, incentivar a produção local e associar a sua marca ao prestígio de uma estrela internacional.

O Grito (versão manezinha)

Crianças fora escola, poluição na água e fogo nos ônibus. 2013 começou meio… Deslocado.

Quase uma ressaca

Ali perto do agito das ruas, quando o Carnaval se faz vibrar, seja pelo balanço dos corpos ou pela elevação das ondas sonoras, alguém descansava enquanto um ou outro folião ainda caminhava apressado, segurando parte da fantasia que levaria para a avenida. Sábado de Carnaval na cidade, quando o Centro ferve e a passarela pulsa naquele dia que é o cerne de sua existência. Florianópolis coloca, pois, uma máscara e transforma o calor do verão em motivo de alegria e êxtase.

Ainda que meus anos não sejam muitos, como são os dos meus mestres e mestras, também posso dizer que já tive “meus dias de Carnaval”, idos e vividos com mais intensidade do que agora. As brincadeiras de rua em Canasvieiras, no tempo da efervescência gringa. Seguindo o trio elétrico, ou uma caixa de som qualquer, tanto na Lagoa da Conceição quanto no Centro da Ilha e, até mesmo, no Kobrasol da vizinha São José. O que me pesa hoje não é a desculpa da idade, mas sim uma quase ressaca de uma festa grande demais para mim.

Mesmo deitado, não muito longe da Praça XV de Novembro, o descanso não é interrompido por nada. Não há tamborim, cuíca ou pandeiro capaz de provocar outra reação que não a trégua de si mesmo. Ele passaria despercebido, não fosse uma ligeira simpatia de relance, motivo de uma crônica de jornal, dessas que se confundem com contos, desses que aumentamos um ponto ou dois.

Se o Carnaval de Florianópolis mudou e, quiçá, continua a mudar, tão normal é a sensação nostálgica que esse fenômeno provoca. E, assim, para uns as lembranças dos carros de mutação, para outros memórias de pessoas que já nos deixaram e que, não por acaso, também se esbaldavam nas festas do Mercado Público e de outros tantos lugares à beira mar – porque os aterros ainda são adolescentes procurando uma razão de ser nesta Ilha.

Quando o repouso chega ao fim, aquele mesmo homem de barba cor de palha, um jeito assim meio boêmio / meio Machado de Assis, soergue o corpo um bocado dolorido e seu caminho vai se perder desta narrativa nalguma esquina da Felipe Schmidt, não sem antes deixar uma impressão de cumplicidade, uma felicidade íntima e sem explicação, razão mor destas mal traçadas.

Bloco dos Sujos 2013

É Carnaval e o SARCASTiCOcomBR não poderia ficar de fora da folia!
Não sem antes deixar algumas lembrancinhas…

blocodossujos2013_ascarel2Para saber mais sobre os homenageados: a Colombina, o Arlequim, os Mil Palhaços. A fotografia usada na montagem foi capturada neste blog.

“Quanto riso, ah, quanta alegria
Mais de mil palhaços no salão
O Arlequim está chorando pelo amor da Colombina
No meio da multidão”
Máscara Negra, Zé Keti